• Andréa Cruz

Porque fazer uma Previdência Privada?


Você já se perguntou como vai estar na sua aposentadoria? Já parou para imaginar você com 60 anos, como quer estar quando tiver esta idade? Se viajando e aproveitando a vida ou tendo que trabalhar até o fim da vida para sobreviver? Já se deu conta que nossa expectativa de vida cada vez aumenta mais, estamos vivendo mais tempo e com mais saúde?

Vamos fazer um cálculo simples, pegue o valor que você necessita para viver hoje

(despesas da casa, carro, estudos, alimentação,etc), agora multiplique este valor por 12 meses e o total multiplique novamente por 35 anos, tempo médio que viverá aposentado.

Este é o valor mínimo que você precisará ter de reserva para a sua aposentadoria, para viver dos 65 aos 100 anos. O tempo que você terá para acumular esta reserva é o número de anos que falta para você chegar aos 65 anos, se quiser se aposentar mais cedo é só trocar o número de anos que ficará aposentado. Assusta não é mesmo? Por isso quanto antes começarmos mais tranquilo estaremos, pois recebendo sua aposentadoria do INSS dificilmente conseguirá se manter...

Alguns fatos deixam uma forte indicação de que talvez não haja mais previdência pública para lhe socorrer nas próximas décadas:


1) O rombo bilionário que você ouve no telejornal se acumula dramaticamente todos os anos (sem reformas, a previsão é que ele chegue a R$ 202 bilhões em 2018). Certamente há um limite nessa bola de neve; as sucessivas reformas da previdência tornam irreal o sonho da aposentadoria.

2) Aumento na idade mínima e no tempo de contribuição, desvinculação do benefício para fins de reajustes e rigidez na comprovação de requisitos são alguns dos obstáculos.

3) A população de idosos deverá triplicar até 2050: com uma parcela cada vez menor de brasileiros ativos contribuindo para dar conta dos benefícios de uma fração cada vez maior de inativos, fica difícil se manter otimista quanto ao futuro desse sistema;

4) Por fim, as mudanças nas relações de trabalho (como a terceirização) também devem derrubar ainda mais as receitas previdenciárias.


Com todas essas variáveis somadas, prever a quebra do INSS não seria nenhum absurdo apocalíptico. Mas se isso acontecer, você estará preparado?


Como fazer uma aposentadoria privada?


Um plano de previdência privada é um investimento de longo prazo e que se assemelha a um fundo de investimento. Seu capital vai ser administrado por especialistas no mercado financeiro, que irão investir em diferentes ativos para lhe proporcionar a melhor rentabilidade, fazendo assim o seu dinheiro crescer.

Por exemplo, nos planos mais conservadores, a maior parte do capital é aplicada em títulos públicos e outros ativos de renda fixa atrelados à Selic (baixo risco). Mas há também os fundos de previdência mais agressivos, que aplicam grande parcela dos recursos em ações, você escolhe de acordo com o seu perfil.

Você pode fazer a sua nos grandes Bancos ou através de uma Corretora. O que precisa ser avaliado são as taxas cobradas, que nos Bancos costumam ser mais altas que as Seguradoras de tradição no mercado.

Você pode fazer um PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) que pode lhe dar abatimento no Imposto de Renda, mas no momento do resgate, o imposto incide sobre a totalidade do valor aplicado. Ou um VGBL ( Vida Gerador de Benefício Livre), mais indicado para quem possui isenção no IR ou declara através do formulário simplificado. Não possui o benefício de reduzir 12% da base de cálculo do IR; por outro lado, no momento do resgate, o imposto será devido apenas sobre os rendimentos e não sobre o montante total, como no caso do PGBL.

É preciso escolher também a melhor forma de tributação, se Progressiva ou Regressiva. A tabela progressiva é ideal para quem crê que precisará no dinheiro no curto prazo ou não está certo sobre quando necessitará dos recursos. O modelo regressivo, por sua vez, é mais indicado para quem tem intenção de acumular patrimônio no fundo por mais de 10 anos.


previdência privada pode ser usada como um fundo de proteção aos seus familiares, uma vez que não entra no inventário (recursos são liberados com rapidez). Deve-se apenas ter atenção para nomear os beneficiários na proporção determinada pela lei, dado que se algum herdeiro questionar a partilha na justiça, os valores podem ser retidos e entrar no inventário.

Quais são as taxas cobradas em um plano de previdência privada?


As duas principais taxas cobradas são a taxa de administração e a taxa de carregamento. Algumas instituições, entretanto, podem cobrar também a chamada taxa de saída:

Taxa de administração: taxa medida ao ano sobre seu patrimônio total. É cobrada a título de gestão e de administração do fundo;

Taxa de carregamento: incide sobre cada depósito. Tem o objetivo de cobrir despesas de corretagem e administração;

Taxa de saída: nem todas as instituições cobram essa taxa. Refere-se à cobrança de um percentual pela retirada dos recursos antes de um determinado período.


Mas a melhor forma de você fazer a coisa certa é poder contar com a assessoria de um bom consultor, que além de lhe auxiliar na escolha do melhor plano, pode lhe dar um acompanhamento permanente, esclarecendo todas as suas dúvidas e acompanhando os tipos de fundos, melhores rentabilidades, etc.




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